<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<?xml-stylesheet title="XSL_formatting" type="text/xsl" href="/blogs/shared/nolsol.xsl"?>

<rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<channel>

<title>Direto dos EUA</title>
<link>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/</link>
<description>Um enfoque diferente sobre fatos que marcam a vida na maior potência mundial.</description>
<language>pt</language>
<copyright>Copyright 2013</copyright>
<lastBuildDate>Tue, 10 Jan 2012 23:55:06 +0000</lastBuildDate>
<generator>http://www.sixapart.com/movabletype/?v=4.33-en</generator>
<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs> 


<item>
	<title>Guantánamo, dez anos depois</title>
	<description>&lt;p&gt;Esta quarta-feira marca os dez anos da chegada dos primeiros 20 detentos à prisão militar americana na Baía de Guantánamo, em Cuba.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em Washington, a data será lembrada com um protesto e uma vigília em frente à Casa Branca, para cobrar do presidente Barack Obama o cumprimento da promessa de fechar o centro de detenção.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O anúncio do fechamento de Guantánamo foi um dos primeiros atos de Obama no governo, dois dias após tomar posse, em janeiro de 2009. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Três anos depois, a prisão que se tornou infame pelas denúncias de tortura contra acusados de terrorismo continua sendo motivo de polêmica nos Estados Unidos e no mundo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Alguns atribuem a culpa pelo eterno adiamento da decisão de fechar Guantánamo ao Congresso americano, que barrou a transferência dos prisioneiros para os Estados Unidos e dificultou seu envio a terceiros países. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em meio ao debate, os relatos são de que a tortura não é mais praticada em Guantánamo, e o número de detentos, que chegou a quase 800, hoje é de 171. Mas o fato é que a prisão ainda abriga, indefinidamente, pessoas sem condenação ou acusação formal. &lt;/p&gt;</description>
         <dc:creator>Alessandra Correa </dc:creator>
	<link>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2012/01/guantanamo_dez_anos_depois.shtml</link>
	<guid>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2012/01/guantanamo_dez_anos_depois.shtml</guid>
	<category></category>
	<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 23:55:06 +0000</pubDate>
</item>

<item>
	<title>Ano Novo com boas notícias para Obama</title>
	<description>&lt;p&gt;O ano começa com boas notícias para o presidente Barack Obama. No início da semana, o presidente americano viu seu principal rival republicano, o pré-candidato Mitt Romney, suar muito para conseguir uma vitória de apenas oito votos sobre o segundo colocado, Rick Santorum, na prévia que abriu o calendário eleitoral.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A performance de Romney no caucus de Iowa, com 25% dos votos, mesmo patamar de quatro anos atrás, aumentou as dúvidas daqueles que questionam se o ex-governador de Massachusetts, até agora o favorito para ganhar a indicação do partido, tem reais condições de conquistar o eleitorado republicano mais à direita e de se tornar um candidato viável contra Obama na eleição de 6 de novembro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Enquanto ainda comemorava o resultado da prévia republicana, Obama recebeu outra notícia favorável: uma pesquisa recém-divulgada pelo Gallup indica que, nos primeiros três dias úteis de 2012, sua taxa média de aprovação ficou em 46%, acima dos 43% registrados nos últimos meses de 2011.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O resultado fica apenas um ponto percentual abaixo da média de três dias verificada entre 21 e 23 de dezembro, de 47%, que foi a mais alta desde o início de julho.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De acordo com o Gallup, uma das razões para o aumento na taxa de aprovação do presidente são dados recentes que indicam uma recuperação da economia americana.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O desafio de Obama agora, em pleno ano eleitoral, é conseguir manter a taxa de aprovação elevada, elemento considerado chave para a conquista de um segundo mandato. Segundo o Gallup, desde Dwight D. Eisenhower, na década de 50, todos os presidentes com aprovação de mais de 50% se reelegeram facilmente.&lt;/p&gt;</description>
         <dc:creator>Alessandra Correa </dc:creator>
	<link>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2012/01/ano_novo_com_boas_noticias_par.shtml</link>
	<guid>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2012/01/ano_novo_com_boas_noticias_par.shtml</guid>
	<category></category>
	<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 00:05:40 +0000</pubDate>
</item>

<item>
	<title>Um terceiro candidato na eleição americana</title>
	<description>&lt;p&gt;Às vésperas do início da temporada de prévias republicanas - que começa no próximo dia 3, com o caucus de Iowa -, e em um momento de crise econômica e grande frustração com os políticos do país, muitos americanos voltam a discutir a viabilidade de uma candidatura por um terceiro partido nas eleições de 6 de novembro do ano que vem.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em um país em que a política é tradicionalmente dominada por dois partidos, o Democrata e o Republicano, uma pesquisa recente da rede de TV &lt;em&gt;ABC News &lt;/em&gt;e do jornal &lt;em&gt;The Washington Post &lt;/em&gt;revelou que mais de 60% dos americanos são favoráveis à ideia de um terceiro candidato, embora somente 25% afirmem defender a proposta com maior fervor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nesta campanha, vêm ganhando destaque iniciativas como a do &quot;Americans Elect&quot;, grupo bipartidário que reúne estrategistas políticos e pretende colocar o nome de um terceiro candidato nas cédulas. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Até agora, o grupo já arrecadou mais de US$ 20 milhões e reuniu mais de 2 milhões de assinaturas, e a ideia é realizar uma convenção pela internet, ampliando o processo de escolha do candidato para além das tradicionais primárias e caucus.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas as pesquisas e o próprio histórico das eleições americanas mostram que não é fácil levar uma candidatura independente ou por um terceiro partido adiante. As regras para incluir na cédula da votação presidencial um nome que não represente um dos dois grandes partidos são difíceis e variam em cada Estado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mesmo quando conseguem ter seu nome inscrito, os candidatos geralmente têm poucas chances. Um dos mais bem-sucedidos dos últimos anos, Ross Perot, conseguiu menos de 20% dos votos nas eleições de 1992.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nesta semana, um novo levantamento encomendado pela &lt;em&gt;ABC &lt;/em&gt;e pelo &lt;em&gt;Post &lt;/em&gt;mede quais seriam as chances dos três nomes mais citados quando se fala em terceiro candidato: Ron Paul (atualmente pré-candidato republicano), o magnata Donald Trump e o prefeito de Nova York, Michale Bloomberg.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo a pesquisa, que ouviu 1.019 adultos por telefone entre 14 e 19 de dezembro e tem margem de erro de quatro pontos, os três enfrentariam dificuldades para levar adiante uma candidatura fora dos partidos tradicionais. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De acordo com a pesquisa, os americanos estão divididos sobre Paul. Mas, caso ele se candidatasse por um terceiro partido ou como independente, poderia roubar votos de Mitt Romney, o favorito republicano.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sobre Bloomberg, 44% não têm opinião formada. Trump é o mais conhecido dos três, mas 48% dos entrevistados têm opinião desfavorável sobre ele. &lt;/p&gt;</description>
         <dc:creator>Alessandra Correa </dc:creator>
	<link>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/12/um_terceiro_candidato_na_eleic.shtml</link>
	<guid>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/12/um_terceiro_candidato_na_eleic.shtml</guid>
	<category></category>
	<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 21:06:44 +0000</pubDate>
</item>

<item>
	<title>Em clima de campanha, Obama marca fim da guerra no Iraque</title>
	<description>&lt;p&gt;Diante de uma plateia formada por militares recém-chegados do Iraque, o presidente Barack Obama marcou oficialmente o fim da guerra com um discurso no qual agradeceu os sacrifícios e conquistas dos soldados americanos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O pronunciamento, feito na base militar de Fort Bragg, na Carolina do Norte, foi o ponto alto de uma semana recheada de eventos relacionados à retirada das tropas americanas, entre eles a visita a Washington do primeiro-ministro do Iraque, Nouri al-Maliki.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Foi também o último grande discurso de Obama sobre o tema antes do dia 31, prazo final para a retirada, após quase nove anos de uma guerra que matou 4,4 mil soldados americanos - 202 deles de Fort Bragg - e deixou mais de 30 mil feridos, isso sem contar as dezenas de milhares de vítimas do lado iraquiano.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&quot;Estamos encerrando uma guerra não com uma batalha final, mas com uma marcha final de volta para casa&quot;, disse o presidente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Obama citou &quot;os custos da guerra&quot; e mencionou os americanos mortos, mas o que chamou a atenção no discurso foi o fato de o presidente ter elencado os méritos de uma guerra que ele nunca apoiou.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Disse que este momento de &quot;sucesso&quot; foi possível graças às batalhas, mortes, trabalho de construção, treinamento e todo o resto que as tropas americanas fizeram no Iraque, e que se o país que os Estados Unidos deixam para trás não é um lugar perfeito, pelo menos é um Estado soberano, estável e com um governo eleito.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Obviamente, como observaram analistas políticos americanos, Obama tentou passar aos militares e suas famílias a ideia de que seus sacrifícios não foram em vão ou em nome de uma guerra &quot;estúpida&quot; - termo usado pelo presidente no passado para se referir ao conflito no Iraque.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em um Estado considerado chave para sua reeleição, não foi possível deixar de perceber o clima de campanha da visita de Obama, ao lado da primeira-dama, Michelle.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O presidente espera usar o fato de ter cumprido promessa de encerrar a guerra no Iraque como arma em sua campanha para continuar na Casa Branca. Com a economia em crise e a frustração dos eleitores em alta, Obama não quer deixar passar a oportunidade de levar o crédito pelo fim de uma guerra à qual a maioria dos eleitores se opõe.&lt;/p&gt;</description>
         <dc:creator>Alessandra Correa </dc:creator>
	<link>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/12/em_clima_de_campanha_obama_mar.shtml</link>
	<guid>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/12/em_clima_de_campanha_obama_mar.shtml</guid>
	<category></category>
	<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 01:05:47 +0000</pubDate>
</item>

<item>
	<title>A ascensão de Gingrich e os imigrantes</title>
	<description>&lt;p&gt;Nos últimos dias, um novo protagonista surgiu na briga dos republicanos que buscam a indicação do partido para concorrer à Presidência dos Estados Unidos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Newt Gingrich, ex-presidente da Câmara dos Representantes, vem aparecendo no alto das pesquisas de intenção de voto, ao lado de Mitt Romney - que até agora tem mantido o favoritismo, apesar das ameaças.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Político experiente e dado a declarações polêmicas, Gingrich recentemente desafiou a posição comum dos republicanos sobre o explosivo tema da imigração, ao propor durante um debate que imigrantes ilegais que vivam nos Estados Unidos há vários anos, tenham laços familiares no país e não tenham ficha criminal possam legalizar sua situação.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&quot;Se você está aqui há 25 anos, e tem três filhos e dois netos, paga seus impostos, cumpre a lei, frequenta uma igreja local, eu não acho que nós vamos separá-lo de sua família e expulsá-lo&quot;, disse Gingrich no debate.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Suas declarações foram imediatamente criticadas pelos rivais - Romney entre eles -, que o acusaram de defender uma anistia a imigrantes ilegais, que só iria incentivar o aumento da entrada ilegal de imigrantes no país.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;As declarações de Gingrich também levaram o instituto de pesquisas Pew Hispanic Center a calcular quantos imigrantes seriam beneficiados se esse plano fosse levado adiante. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo o levantamento, 35% dos mais de 10 milhões de imigrantes ilegais adultos que vivem nos Estados Unidos estão no país há 15 anos ou mais e 28% há entre 10 e 14 anos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quase metade desses imigrantes (46%) têm filhos menores de idade. Entre os latinos (que correspondem a mais de 80% do total de imigrantes ilegais no país), 39% frequentam a igreja semanalmente, e outros 23% vão à missa pelo menos uma vez por mês, diz o estudo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A situação dos imigrantes ilegais é um problema antigo nos Estados Unidos e uma questão delicada nas eleições. Esse contingente de imigrantes pode influenciar o voto latino, considerado cada vez mais importante para o sucesso rumo à Casa Branca.&lt;/p&gt;</description>
         <dc:creator>Alessandra Correa </dc:creator>
	<link>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/12/a_ascensao_de_gingrich_e_os_im.shtml</link>
	<guid>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/12/a_ascensao_de_gingrich_e_os_im.shtml</guid>
	<category></category>
	<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 00:53:46 +0000</pubDate>
</item>

<item>
	<title>Ocupe Wall Street, dois meses depois</title>
	<description>&lt;p&gt;Dois meses após seu surgimento, o movimento Ocupe Wall Street pode estar perdendo apoio dos eleitores americanos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em uma pesquisa divulgada na quinta-feira, mesmo dia em que foram realizados grandes protestos em várias cidades para marcar o aniversário de dois meses, 33% dos entrevistados disseram apoiar os objetivos dos manifestantes, uma leve queda em relação aos 35% do levantamento anterior, há um mês.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No caso daqueles que se dizem contrários ao movimento, a mudança é mais acentuada. Na pesquisa desta semana - conduzida pela Public Policy Polling, ligada ao Partido Democrata - 45% disseram ser contra, percentual bem acima dos 36% da pesquisa anterior.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A pesquisa entrevistou 800 eleitores americanos de 10 a 13 de novembro e tem margem de erro de 3,5 pontos percentuais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Assim que surgiu, em setembro, o movimento ganhou instantaneamente a simpatia dos americanos, que se identificaram com suas bandeiras de protesto contra as desigualdades sociais, o poder das grandes corporações e o alto nível de desemprego nos Estados Unidos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aos poucos, porém, a imagem do movimento começou a ser afetada por polêmicas e notícias de episódios de violência em alguns acampamentos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Agora, muitos afirmam que, após a expulsão dos manifestantes que acampavam desde o início do movimento no Parque Zuccotti, em Manhattan - em uma ação policial no começo da semana -, o Ocupe Wall Street tem a oportunidade de buscar um novo rumo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo analistas, essa mudança poderia incluir a definição de propostas mais claras e até, quem sabe, a participação de forma mais ativa na política do país - a exemplo do movimento conservador Tea Party, que nas últimas eleições mostrou sua força ao eleger vários candidatos. &lt;/p&gt;</description>
         <dc:creator>Alessandra Correa </dc:creator>
	<link>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/11/ocupe_wall_street_dois_meses_d.shtml</link>
	<guid>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/11/ocupe_wall_street_dois_meses_d.shtml</guid>
	<category></category>
	<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 22:38:36 +0000</pubDate>
</item>

<item>
	<title>A gafe de Rick Perry</title>
	<description>&lt;p&gt;A gafe cometida pelo governador do Texas, Rick Perry, no debate entre os republicanos que buscam a indicação do partido para concorrer à Casa Branca já entrou para a história dos piores desastres em campanhas à Presidência dos Estados Unidos e pode encerrar sua participação na disputa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em uma cena repetida exaustivamente nas TVs americanas e na internet, o pré-candidato afirma que, caso eleito, vai fechar três departamentos federais. Enumera dois (Comércio e Educação) e não consegue lembrar do terceiro (Energia). Depois de tentar em vão, apesar da ajuda de outros candidatos e dos moderadores do debate, ele desiste e encerra a participação com um &quot;Ops&quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Foram longos 54 segundos, capazes de provocar pena mesmo entre aqueles que não simpatizam com o governador.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Perry passou o dia seguinte ao debate tentando conter o estrago. Ele apareceu sorridente em diversos programas de TV, falou com bom humor sobre o episódio, disse que &quot;todos nós cometemos erros&quot; e que é &quot;um ser humano como qualquer outro&quot; e negou que vá se retirar da corrida presidencial.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O governador entrou na disputa em agosto e imediatamente despontou como um dos favoritos, ameaçando a liderança do ex-governador de Massachusetts Mitt Romney. No entanto, seu desempenho fraco nos debates já vinha fazendo com que perdesse pontos nas pesquisas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com sua participação desastrosa no debate desta semana, muita gente acredita que, mesmo que ainda permaneça na disputa, suas chances de conquistar a indicação do Partido Republicano foram enterradas.&lt;/p&gt;</description>
         <dc:creator>Alessandra Correa </dc:creator>
	<link>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/11/a_gafe_de_rick_perry.shtml</link>
	<guid>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/11/a_gafe_de_rick_perry.shtml</guid>
	<category></category>
	<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 21:26:30 +0000</pubDate>
</item>

<item>
	<title>O fenômeno Herman Cain</title>
	<description>&lt;p&gt;Há algumas semanas um nome vem chamando especial atenção entre os republicanos que brigam pela indicação do partido para concorrer à Presidência dos Estados Unidos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sem experiência política, o empresário Herman Cain vem desbancando candidatos tradicionais, como o governador do Texas, Rick Perry, nas pesquisas de intenção de voto.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em algumas sondagens ele ameaça até Mitt Romney, ex-governador de Massachusetts e favorito até agora na corrida republicana.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Empresário nascido na Geórgia, Cain tem 65 anos, é negro e vem de uma bem-sucedida carreira como executivo-chefe de uma rede de pizzarias.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Até o momento, sua principal plataforma de campanha é o polêmico Plano 999, que prevê 9% de Imposto de Renda, 9% de impostos para as empresas e 9% de impostos sobre mercadorias.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com esse perfil, Cain vem conquistando a simpatia de eleitores cada vez mais decepcionados com os políticos tradicionais e com os rumos da economia americana.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A pouco mais de um ano da eleição de novembro de 2012, ainda é cedo para avaliar as reais chances de Cain - que, apesar do sucesso recente, ainda é menos conhecido nacionalmente que outros pré-candidatos republicanos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas sua rápida ascensão vem provocando cada vez mais interesse e, no caso de seus adversários, preocupação.&lt;/p&gt;</description>
         <dc:creator>Alessandra Correa </dc:creator>
	<link>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/10/o_fenomeno_herman_cain.shtml</link>
	<guid>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/10/o_fenomeno_herman_cain.shtml</guid>
	<category></category>
	<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 21:38:13 +0000</pubDate>
</item>

<item>
	<title>Os americanos e a retirada do Iraque</title>
	<description>&lt;p&gt;O anúncio da retirada completa das tropas americanas no Iraque até 31 de dezembro encerra oficialmente uma guerra de quase nove anos, que custou aos Estados Unidos mais de US$ 1 trilhão e 4,4 mil vidas - caso o cálculo leve em conta apenas os soldados americanos mortos no conflito, e não os iraquianos e as milhares de vítimas civis.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A data já estava prevista em um acordo firmado em 2008, ainda durante o governo de George W. Bush, mas Estados Unidos e Iraque vinham negociando há meses a possibilidade de que cerca de 5 mil soldados americanos permanecessem no país por mais tempo para treinar as forças iraquianas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No entanto, o primeiro-ministro do Iraque, Nouri al-Maliki, não conseguiu superar as divisões em seu governo e a pressão de alguns setores políticos iraquianos para o fim do que chamam de &quot;ocupação&quot;. Após meses de negociações, não houve acordo para garantir imunidade aos soldados que permanecessem, como exigia o Pentágono.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ao anunciar a retirada, o presidente Barack Obama disse que &quot;o fim da guerra no Iraque reflete uma transição mais ampla&quot; e que &quot;a maré da guerra está recuando&quot;. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Obama citou a gradual retirada das tropas do Afeganistão e as mortes de Osama bin Laden e Muamar Khadafi, esta última abrindo caminho para o fim das operações da Otan na Líbia, para ressaltar o que considera uma vitória dos Estados Unidos e dizer que o país está &quot;avançando a partir de uma posição de força&quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Logo após seu pronunciamento, porém, já começaram a surgir críticas por parte daqueles que consideram a retirada apressada e dizem que coloca em risco os avanços obtidos em quase uma década de sacrifício no Iraque - um país que ainda sofre com divisões sectárias, ataques de insurgentes e que talvez não esteja pronto para garantir sua própria segurança.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O senador John McCain - adversário republicano de Obama nas eleições de 2008 - disse que a decisão representa &quot;um revés triste e perigoso para os Estados Unidos no mundo&quot; e que &quot;será vista como uma vitória estratégica para nossos inimigos no Oriente Médio&quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Candidatos à indicação do Partido Republicano para concorrer às eleições de 2012 disseram que Obama fracassou na condução de uma transição para as forças de segurança iraquianas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas analistas afirmam que, em meio a uma campanha difícil à reeleição, com a popularidade em baixa e a economia em risco de nova recessão, Obama poderá usar a retirada do Iraque como um trunfo e dizer a seus eleitores que cumpriu a promessa feita em 2008, quando era candidato, de acabar com a guerra.&lt;/p&gt;</description>
         <dc:creator>Alessandra Correa </dc:creator>
	<link>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/10/os_americanos_e_a_retirada_do.shtml</link>
	<guid>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/10/os_americanos_e_a_retirada_do.shtml</guid>
	<category></category>
	<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 22:54:49 +0000</pubDate>
</item>

<item>
	<title>As dúvidas sobre o complô iraniano</title>
	<description>&lt;p&gt;Em meio às contínuas acusações dos Estados Unidos e à negação veemente do Irã, as dúvidas em torno do suposto plano para assassinar o embaixador saudita em Washington, desvendado nesta semana, não param de crescer.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A versão apresentada pelo governo americano é a de que a Força Quds - unidade de elite da Guarda Revolucionária do Irã - teria recrutado Manssor Arbabsiar, um iraniano com cidadania americana que vive no Texas, para contratar um cartel de narcotraficantes do México e encomendar o assassinato do embaixador Adel al-Jubeir.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo o secretário americano de Justiça, Eric Holder, o plano era matar o diplomata saudita em Washington, em um atentado à bomba.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O presidente Barack Obama e outras autoridades americanas insistem que o governo iraniano sabia do complô. Nesta semana, ao comentar o caso, Obama disse que vai buscar sanções duras contra Teerã e que &quot;nenhuma opção está descartada&quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Teerã reagiu imediatamente à notícia, classificada como uma &quot;pré-fabricação&quot; dos Estados Unidos para desviar a atenção do público de problemas domésticos e dos protestos do movimento &quot;Ocupe Wall Street&quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas mesmo dentro dos Estados Unidos, há manifestações de ceticismo em relação a uma trama comparada pelo próprio diretor do FBI, Robert Mueller, a &quot;um roteiro de Hollywood&quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Um dos principais mistérios, segundo alguns analistas americanos, é o que levaria uma instituição tão poderosa como a Força Quds a colocar um plano arriscado nas mãos de um sujeito como Arbabsiar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em um perfil publicado no jornal &lt;em&gt;Washington Post&lt;/em&gt;, Arbabsiar, 56, é descrito por conhecidos na cidade texana de Corpus Christi, onde vivia, quase como um trapalhão, sempre distraído, que não teria capacidade para bolar um plano complexo como esse. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Outra questão levantada é sobre o que levaria a Força Quds - que, apesar de relatos de treinar e equipar grupos como o Hezbollah, o Hamas e até membros do Talebã, nunca direcionou ataques a alvos em solo americano - a mudar tão radicalmente de tática.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como observa o analista Stephen Walt, professor de relações internacionais em Harvard, em artigo na revista &lt;em&gt;Foreign Policy&lt;/em&gt;, explodir um prédio em solo americano seria um ato de guerra, e os Estados Unidos são conhecidos por responder com severidade a ataques assim, vide 11 de setembro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&quot;Se você fosse atacar um alvo nos Estados Unidos, não mandaria o seu 'Esquadrão Classe A' em vez de 'Mr. Magoo'?&quot;, questiona Walt.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Há ainda dúvidas de que carteis de drogas mexicanos teriam interesse em executar um plano tão arriscado pelos alegados US$ 1,5 milhão, quantia relativamente modesta comparada aos bilhões de dólares que esses grupos costumam movimentar com o tráfico.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Alguns cogitam até que o episódio todo seja armação de algum grupo ou país interessado em azedar ainda mais as relações entre Estados Unidos e Irã.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em seu artigo, o professor de Harvard vai além nos questionamentos ao governo americano. &quot;A menos que o governo Obama tenha mais evidências do que apresentou até agora, corre o risco de uma gafe diplomática comparável ao famoso briefing de Colin Powell no Conselho de Segurança da ONU sobre as supostas armas de destruição em massa do Iraque, um briefing que, agora sabemos, era uma série de fabricações e contos de fadas&quot;, diz Walt.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo o analista, está em jogo neste episódio a confiança dos americanos na competência, credibilidade e honestidade de seu governo.&lt;/p&gt;</description>
         <dc:creator>Alessandra Correa </dc:creator>
	<link>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/10/as_duvidas_sobre_o_complo_iran.shtml</link>
	<guid>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/10/as_duvidas_sobre_o_complo_iran.shtml</guid>
	<category></category>
	<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 00:13:22 +0000</pubDate>
</item>

<item>
	<title>Protesto em Wall Street ganha simpatia dos americanos</title>
	<description>&lt;p&gt;Começou como um protesto de um grupo de descontentes - com as grandes corporações, os crimes financeiros, o alto nível de desemprego e a situação geral da economia americana - que resolveram montar acampamento perto de Wall Street, em Nova York.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas três semanas depois, o movimento batizado de &quot;Ocupe Wall Street&quot; se espalhou pelos Estados Unidos e até pelo exterior e não para de ganhar adeptos e a simpatia não apenas de trabalhadores, estudantes e da população em geral, mas também de autoridades.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Uma pesquisa recém-divulgada pelo instituto Rasmussen revela que 33% dos americanos têm opinião favorável sobre o movimento, enquanto 27% são contra (outros 40% não têm opinião formada).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Entre os mil adultos entrevistados para a pesquisa, 79% disseram concordar com a declaração dos manifestantes de que &quot;os grandes bancos foram salvos, mas a classe média foi deixada para trás&quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Até o secretário do Tesouro, Tim Geithner, já disse que tem &quot;muita simpatia pelas pessoas que sofreram com a década perdida&quot;, mesma linha adotada nos últimos dias por outras autoridades, como o presidente do Fed (o banco central americano), Ben Bernanke.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Todas essas demonstrações de simpatia pelos manifestantes ocorrem ao mesmo tempo em que os americanos parecem estar cada vez mais descontentes com a classe política e a situação do país.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No mesmo dia em que o levantamento do instituto Rasmussen foi divulgado, outra pesquisa, conduzida pela rede &lt;em&gt;ABC News&lt;/em&gt; e pelo jornal &lt;em&gt;Washington Post&lt;/em&gt;, revela que a aprovação do Congresso chegou ao pior índice desde meados da década de 70.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo a pesquisa, apenas 35% dos americanos aprovam a maneira como o presidente Barack Obama trata da economia, nível considerado baixo. Mas ainda menos pessoas (20%) aprovam a atuação dos congressistas republicanos em relação ao tema.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Diante desse cenário de desilusão, não é surpreendente que os protestos iniciados em Wall Street continuem a ganhar adeptos pelo país afora. &lt;/p&gt;</description>
         <dc:creator>Alessandra Correa </dc:creator>
	<link>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/10/protesto_em_wall_street_ganha.shtml</link>
	<guid>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/10/protesto_em_wall_street_ganha.shtml</guid>
	<category></category>
	<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 23:42:57 +0000</pubDate>
</item>

<item>
	<title>Novo nome e poucas mudanças para a América Latina</title>
	<description>&lt;p&gt;Sem muito alarde, o presidente Barack Obama enviou ao Congresso americano a proposta de efetivação de Roberta Jacobson no cargo de Subsecretária de Estado para o Hemisfério Ocidental, que ela já vem exercendo desde julho, com a saída de Arturo Valenzuela.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com vasta experiência na região e uma carreira de vários anos no Departamento de Estado - ela foi vice de Valenzuela, dirigiu o escritório de assunto mexicanos, foi coordenadora de assuntos cubanos e passou pela Embaixada americana no Peru -, Jacobson é considerada uma aposta segura.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em um momento de extrema divisão política nos Estados Unidos, o que o governo menos quer é que se repita o episódio da indicação de Valenzuela. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na época, em 2009, o senador republicano Jim DeMint provocou o adiamento da aprovação de Valenzuela devido a divergências sobre a postura do governo Obama em relação à crise em Honduras.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como me disse o brasilianista Peter Hakim, presidente emérito do instituto de análise política Inter-American Dialogue, Jacobson já seria uma forte candidata ao cargo em qualquer circunstância, mas o fato de não ser identificada com atividades políticas ou posições ideológicas ajuda bastante.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além disso, se em 2009 havia vários temas polêmicos relacionados à América Latina, no momento as relações dos Estados Unidos com o continente estão em uma fase mais tranquila e carecem tanto de grandes conflitos quanto de entusiasmo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Valenzuela anunciou ainda no início de maio que deixaria o cargo para retomar suas atividades na Universidade de Georgetown, onde é professor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Depois de dois anos de poucos avanços, o anúncio da troca de comando no cargo mais importante do Departamento de Estado para a América Latina foi encarado como uma oportunidade de os Estados Unidos darem novo rumo à relação com o continente e recuperar a influência perdida.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A confirmação de Jacobson, porém, indica que, pelo menos por enquanto, em véspera de ano de eleição presidencial, não se deve esperar grandes mudanças na política americana para a região.&lt;/p&gt;</description>
         <dc:creator>Alessandra Correa </dc:creator>
	<link>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/09/novo_nome_e_poucas_mudancas_pa.shtml</link>
	<guid>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/09/novo_nome_e_poucas_mudancas_pa.shtml</guid>
	<category></category>
	<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 00:06:18 +0000</pubDate>
</item>

<item>
	<title>O plano para gerar empregos e o apoio a Obama</title>
	<description>&lt;p&gt;Uma semana depois de Barack Obama ter apresentado sua proposta para combater o desemprego nos Estados Unidos - com um plano no valor de US$ 447 bilhões, que ainda precisa ser aprovado pelo Congresso -, uma nova pesquisa de opinião revela que o apoio ao presidente continua em baixa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo a pesquisa, realizada em conjunto pelo jornal &lt;em&gt;The New York Times&lt;/em&gt; e a rede CBS News, a aprovação do presidente caiu para 43%, nível mais baixo desde o início de seu governo, mas ainda assim acima dos 39% registrados pelo Instituto Gallup em agosto.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A desaprovação ao presidente também chegou pela primeira vez a 50% (outros 7% não responderam). Segundo o &lt;em&gt;New York Times&lt;/em&gt;, Obama segue perdendo apoio dentro de sua própria base e, apesar dos esforços, não tem conseguido conquistar os independentes. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se por um lado a maioria dos entrevistados diz aprovar os principais pontos do plano apresentado por Obama, apenas 34% apóiam a maneira como ele lida com a economia, e mais da metade afirma temer que o país esteja a caminho ou até mesmo já tenha mergulhado em uma nova recessão.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A economia - e principalmente o desemprego, insistentemente acima dos 9% - são citados como as principais preocupações dos americanos, que no ano que vem elegem seu presidente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas se o horizonte não é bom para Obama, também não parece muito melhor para a oposição republicana de acordo com a pesquisa, que foi feita por telefone com 1.452 adultos e com margem de erro de três pontos percentuais. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo o levantamento, no geral o eleitorado não concorda completamente com as mensagens apresentadas pelos republicanos que buscam a indicação do partido para concorrer à Presidência e 50% gostariam de ter mais opções de candidatos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quando questionados sobre a atuação dos congressistas, os americanos soam ainda mais desiludidos: apenas 12% dizem aprovar a maneira como o Congresso está desempenhando suas funções.&lt;/p&gt;</description>
         <dc:creator>Alessandra Correa </dc:creator>
	<link>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/09/o_plano_para_gerar_empregos_e.shtml</link>
	<guid>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/09/o_plano_para_gerar_empregos_e.shtml</guid>
	<category></category>
	<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 01:14:20 +0000</pubDate>
</item>

<item>
	<title>As eleições nos EUA e o &quot;fator mórmon&quot;</title>
	<description>&lt;p&gt;Uma pesquisa que acaba de ser divulgada nos Estados Unidos revela que a aceitação dos mórmons na sociedade americana ainda está bem atrás de outras religiões - um dado interessante no momento em que a corrida presidencial tem dois representantes da crença, os republicanos Mitt Romney e Jon Huntsman, que brigam pela indicação do partido para concorrer nas eleições do ano que vem.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo a pesquisa, divulgada pelo Public Religion Research Institute em conjunto com o Brookings Institution, em Washington, 67% dos americanos têm opinião favorável em relação aos mórmons - percentual abaixo do obtido por católicos (83%) ou judeus (84%).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Entre os republicanos, os mórmons contam com 74% de aprovação, nove pontos percentuais acima do registrado entre democratas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em um capítulo batizado de &quot;O Fator Mórmon&quot;, os autores da pesquisa revelam que ainda há desconhecimento e confusão por parte dos americanos sobre a religião: menos da metade da população (e apenas 34% dos evangélicos) pensam que a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é cristã. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No entanto, o estudo indica que o fato de a maioria dos evangélicos acreditarem que os mórmons não são cristãos não significa necessariamente que tenham uma opinião negativa sobre eles. Segundo os autores, as atitudes dos evangélicos em relação aos mórmons são moldadas não tanto pela teologia, mas por aspectos como vida familiar, valores tradicionais e sua &quot;tendência conservadora&quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De acordo com a mais recente pesquisa de intenção de voto, divulgada pelo jornal &lt;em&gt;The Washington Post&lt;/em&gt; e pela rede de TV ABC, Romney perdeu a dianteira na preferência dos republicanos, com 22%, ultrapassado por Rick Perry, governador do Texas que entrou na disputa em agosto e obteve 27%.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas muito ainda pode acontecer antes de o Partido Republicano escolher seu candidato e de os americanos elegerem seu presidente. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&quot;A principal questão diante de Mitt Romney e Jon Huntsman nos próximos nove meses não será se são cristãos, mas se são suficientemente conservadores&quot;, dizem os analistas do Brookings.&lt;/p&gt;</description>
         <dc:creator>Alessandra Correa </dc:creator>
	<link>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/09/as_eleicoes_nos_eua_e_o_fator.shtml</link>
	<guid>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/09/as_eleicoes_nos_eua_e_o_fator.shtml</guid>
	<category></category>
	<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 01:35:23 +0000</pubDate>
</item>

<item>
	<title>Furacão faz Obama voltar de férias mais cedo</title>
	<description>&lt;p&gt;Cercadas de polêmica desde o início, as férias do presidente Barack Obama resistiram aos ataques da oposição - para quem o presidente deveria estar em Washington em um período de tanta incerteza econômica - e até ao terremoto que atingiu a costa leste na última terça-feira, mas não conseguiram escapar do temor em relação ao furacão Irene.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Diante dos crescentes alertas sobre a força do furacão, a família Obama decidiu antecipar a saída da ilha de Martha´s Vineyard (em Massachusetts) para a noite desta sexta-feira - em vez de sábado, como previsto.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A passagem do Irene pela costa leste, prevista para o fim de semana, colocou sete Estados americanos em emergência, com milhares de pessoas evacuadas de áreas na rota do furacão e planos de contingência em cidades como Washington e Nova York.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na capital, até a inauguração do monumento em homenagem ao líder do movimento de direitos civis Martin Luther King Jr. foi adiada. A cerimônia estava prevista para domingo - aniversário de 48 anos do histórico discurso &quot;Eu Tenho um Sonho&quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em Nova York, a prefeitura ordenou o cancelamento de todos os eventos ao ar livre programados para domingo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ainda não se sabe se as previsões catastróficas em relação à força do Irene vão se confirmar. Mas para Obama, passada a semana repleta de desastres naturais, o desafio será voltar a lidar com os estragos na economia.&lt;/p&gt;</description>
         <dc:creator>Alessandra Correa </dc:creator>
	<link>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/08/furacao_faz_obama_voltar_de_fe.shtml</link>
	<guid>https://bbcstreaming.pages.dev/blogs/portuguese/eua/2011/08/furacao_faz_obama_voltar_de_fe.shtml</guid>
	<category></category>
	<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 19:17:32 +0000</pubDate>
</item>


</channel>
</rss>


